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"O limão é uma fruta cítrica, porque ele contém cerca de 6% de ácido cítrico em seu suco. Em cada 100 gramas de suco fresco e puro de limão, temos cerca de 6 gramas de ácido cítrico e citratos, que são os sais do ácido cítrico.Tal concentração de ácido cítrico ocorre em qualquer uma das suas variedades. Não importa se ele é o limão verdadeiro que é o Siciliano, se ele é rústico como é o caso dos limões Cravo, Rosa, Capeta ou Vinagre, se ele é um limão enxertado como é o caso do Tahiti ou se é o limão Galego.E este teor de 6%, considerado o mais elevado de todas as frutas, o diferencia das demais frutas cítricas, porque as laranjas, tangerinas e pomelos, apesar de serem frutas cítricas, apresentam na composição de seus sucos (fresco e puro) a concentração média de 0,6% de ácido cítrico e citratos. Ou seja, cerca de 10 vezes menos que o limão.Terapeuticamente falando, o ácido cítrico e um ácido orgânico e tricarboxílico que, dentro da química e do organismo humano, ele tem o poder de estabilizar uma condição levemente alcalina em todos os líquidos corporais, seja no sangue, na linfa, no líquido crânio-sacral ou nos líquidos intra e extra-celulares. E o que é mais importante, essa estabilização levemente alcalina dos líquidos corporais, que é um pH entre 7,36 a 7,42 é; metabolicamente falando, a condição ideal para todos os processos orgânicos acontecerem da forma mais equilibrada e harmônica. Ou seja, saúde, preservação e prevenção. E síntese, o limão tem o poder de realizar uma reengenharia da qualidade hídrica de todo o organismo, beneficiando assim o cérebro, pulmões, rins, sistema linfático, ou seja, imunológico; sistema nervoso, intestinos, fígado; enfim, todos os sistemas e órgãos vitais.Assim, a partir do momento em que ingerimos o suco do limão, seja ele puro ou na composição com outros alimentos crus ou cozidos, inicia-se um processo de facilitação de alcalinização de todos os processos metabólicos.Portanto, desfazendo enganos já muito arraigados entre todos nós, inclusive entre médicos e nutricionistas, o limão só pode ser reconhecido como um alimento ácido até o momento de ser ingerido, pois após sua ingestão, puro ou idealmente composto com outros alimentos, ele funcionará como um agente alcalinizante, condição esta que será tão mais constante, quanto mais diário e metódico for o consumo do limão via alimentação.Pois, o ácido cítrico irá se combinar com sais minerais livres (biodisponíveis) à base de cálcio, magnésio e ferro, formando os respectivos citratos salinos, que conferirão o desejado pH ideal que é levemente alcalino.Tal fenômeno explica uma outra importante propriedade terapêutica do limão, que é a de ser um agente de fixação de sais minerais. Quando desejamos melhorar aspectos da nossa saúde como anemia, osteoporose e vitalidade; portanto, aumentar a presença de ferro, cálcio e magnésio em nosso organismo, nada como fazer uso de alimentos ricos nesses elementos e associar o limão a eles.Então, as folhas verdes são ricas em clorofila, magnésio e ferro, as raízes são ricas em todos os sais minerais, e por isso vem a indicação dos sucos desintoxicantes; sugiro sempre o introdução do limão junto com estes ingredientes no seu preparo.Mas, existe uma frase clássica sobre o limão que tem muito fundo de verdade: "O limão é um antibiótico natural".



Muitos podem pensar que este poder está na sua Vitamina C. Ledo engano. O suco do limão é relativamente pobre em vitamina C quando comparado com laranjas, tangerinas, acerola, goiaba e kiwi. Mas o mais curioso é que o limão tem 5 vezes mais vitamina C na sua casca: 150 mg/100g do que no seu suco 20-50 mg/100g. O limão tem grande poder bactericida e antibiótico . Um fato bem real é que, na indústria alimentícia, o ácido cítrico e seus citratos, são maciçamente usados como conservantes naturais. Ou seja, são usados para evitar o crescimento de bactérias, bacilos e fungos. Portanto, o ácido cítrico é um bactericida de alimentos e produtos industrializados.Assim, quando temos uma mucosa ferida, seja ela interna ou externa, um bom procedimento é tratar com o suco fresco de limão. Enganam-se aqueles que acreditam que o limão faz mal ao estômago. Na verdade, ele é um alcalinizante de distúrbios ácidos do estômago, além de ser um cicatrizante de mucosas lesadas e um excelente bactericida natural.



Azia, também conhecida como refluxo gastroesofágico, ou simplesmente refluxo, é a sensação de queimação causada pelo retorno do suco gástrico para o esôfago. Quando comemos, os alimentos percorrem o esôfago e, antes de chegar ao estômago, atravessam o esfíncter esofágico inferior que deve manter-se fechado após a passagem do bolo alimentar para impedir que os ácidos digestivos refluam pelo esôfago acima. Às vezes, porém, os músculos desse esfíncter perdem a elasticidade e permanecem abertos, permitindo o refluxo que causa dor e a queimação típica da azia.
Geralmente, a acidez estomacal ocorre após as refeições. O estômago cheio pressiona o suco gástrico que flui para o esôfago, porque o funcionamento do esfíncter está alterado.
A hérnia de hiato, causa mais freqüente do mau funcionamento do esfíncter esofágico inferior, é responsável por muitos casos de azia.
Recomendações
* Faça refeições mais leves. Sente-se e coma sem pressa, mastigando bem os alimentos;
* Não pratique exercícios físicos, nem se abaixe ou se curve após as refeições;
* Evite beber durante as refeições. Bolo alimentar mais consistente tem menor probabilidade de causar refluxo;
* Não use cintos ou roupas apertadas na região do abdome;
* Tente perder peso. A obesidade pode aumentar a incidência de azia;
* Evite chás, café, bebidas alcoólicas, chocolate e comidas gordurosas. Procure analisar os alimentos ingeridos antes das crises para identificar os possíveis causadores dos sintomas;
* Não fume;
* Aumente a salivação com gomas de mascar ou balas duras. A saliva pode aliviar a dor;
* Evite refeições perto do horário de deitar-se. Durma com travesseiros mais altos ou eleve a cabeceira da cama com um calço;
* Antiácidos podem aliviar os sintomas, mas seu uso excessivo deve ser sempre evitado, especialmente por portadores de glaucoma, diabetes e doenças cardíacas, porque o sal neles contido pode elevar a pressão arterial.

Advertência
A dor provocada pela azia pode confundir-se com a dor da angina. No entanto, difere-se desta por não estar relacionada a esforços físicos e normalmente piorar quando a pessoa se deita.
Se os sintomas vierem acompanhados de náusea, tontura ou falta de ar, ou ainda a dor no peito irradiar-se para o braço ou mandíbula, procure assistência médica imediatamente, pois esses sintomas podem indicar um ataque cardíaco.



Fonte: Drauzio Varella


A hipertensão é um mal silencioso. A ausência de sintomas bem definidos retarda o diagnóstico da doença que, muitas vezes, é feito somente quando problemas mais sérios aparecem. E quando falamos em problemas sérios, estamos falando de comprometimentos vasculares, tanto cerebrais, quanto cardíacos. Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, dentre os fatores de risco para mortalidade, a hipertensão explica 40% das mortes por AVC (Acidente Vascular Cerebral) e 25% daquelas por doença coronariana.

ATENÇÃO:

É importante ressaltar que o tratamento da pressão alta é de longa duração, na maioria das vezes pelo resto da vida; portanto, o diagnóstico deve ser feito com cuidado. SABER MAIS CLIQUE AQUI


Análises laboratoriais mostram que, em 100g de berinjela crua encontram-se, em quantidades consideráveis, os seguintes minerais: cobre, magnésio, zinco, potássio, cálcio, ferro e fósforo. As principais vitaminas encontradas são: vitamina A (retinol), vitamina B1 (tiamina), vitamina B2 (riboflavina) e vitamina C (ácido ascórbico). Além disso, a berinjela destaca-se por apresentar uma grande quantidade de água, essencial para manter o corpo hidratado e favorecer as reações químicas nas células corporais,; uma significativa porcentagem de fibras, que auxilia no bom funcionamento do intestino e formação do bolo fecal; além de ser considerado um alimento que fornece poucas calorias, auxiliando no controle do peso.
A farinha de berinjela concentra até 10 vezes mais fibra que o legume, ela oferece inúmeros benefícios: ajuda a emagrecer, regula o intestino e ajuda a baixar o colesterol.
Em estudos realizado pesquisadores avaliaram 12 voluntárias acima do peso por 60 dias. O grupo que consumiu a farinha de berinjela apresentou uma diminuição da circunferência da cintura, com redução da gordura visceral, que está associada com o diabetes e doenças cardiovasculares, diminui os níveis de colesterol ruim, triglicerídeos e ácido úrico. Os participantes ingeriram 2 colheres( sopa) da farinha durante 2 vezes ao dia.
Como fazer a farinha em casa:
• Colocar 1 Kg de berinjela no liquidificador bater e levar ao forno a 200 graus, até desidratar.A água secará e sobrará a farinha.
• 1kg de legume rende 100g de farinha
ATENÇÃO: Sempre após o consumo da farinha de berinjela, comer uma fruta fonte de vitamina C, para reduzir a formação de radicais livre, que são formados depois do consumo da farinha.

PREPARAÇÕES MAIS UTILIZADAS: pode ser adicionada em diversas preparações, como o cuscuz, suflê, tortas, saladas, recheada e em forma de lasanha.
COMO COMPRAR: a berinjela de boa qualidade deve apresentar pedúnculo verde e rijo, fruto escuro, sem manchas, macio, de pele fina, brilhante e sementes claras. As opacas e amolecidas já estão velhas e perderam um pouco suas propriedades nutricionais.
COMO ARMAZENAR: até o momento do preparo, deve ser armazenada inteira e com casca, para que não haja perda de nutrientes e alterações sensoriais, sob refrigeração, por um período máximo de 4 dias. Se guardada dentro do frigorífico, em um saco plástico, dura de uma a duas semanas.
COMO PREPARAR: deve ser preparada com casca, em pedaços grandes e se for cozida em água, o volume da água de cozimento deve ser o menor possível, para minimizar a perda de nutrientes.
COMO EVITAR O GOSTO AMARGO: Para retirar o gosto amargo que a caracteriza, corte-a ao meio, esfregue com sal e escorra, ou deixe-a aberta coberta com água e sal, limão ou vinagre, durante, pelos menos, 15 minutos. Escorra em seguida e seque com papel absorvente.


O carnaval chegou e com ele vem a folia, as cervejas, bebidas mais fortes, noites sem dormir e muito mais coisas. Para garantir o pique não podemos deixar de fazer é de ter uma boa alimentação. Por isso algumas dicas de alimentação para antes durante e depois do carnaval.
Antes do carnaval se alimente bem, coma frutas, verduras, legumes, peito de frango grelhado, grãos e corte fritura, gordura e comida pesada. Alie-se também a um exercício físico.
Durante o carnaval o ideal é comer comida leve, de preferência de 3 em 3h, para manter a sua reserva de energia sempre cheia. A dica é sempre evitar comidas pesadas, pois elas irão demorar a fazer a digestão e você ficará por horas com a sensação de peso em seu estômago.
Para as pessoas que irão passar toda a noite na folia de rua é primordial que faça uma alimentação rica em carboidratos de lenta absorção pelo menos 30 minutos antes de sair. Alimentos ideal são os integrais, macarrão e batata doce. Beba muita água, mas muita mesmo. A água será uma de suas gasolinas contra a desidratação durante toda a folia. Beba pelo menos 600ml a cada hora de festa.
Após o carnaval é a hora de repor todas as energias e eliminar todo álcool e substancias que você nem lembra de ter ingerido. Em sua volta ao cotidiano tente ingerir alimentos que contenham antioxidantes, vitaminas A, C e E. Uma excelente dica para quem quer se recuperar bem é preparar um chá de talo de alface.
Espero que sigam essas dicas de alimentação e aproveitem bem o carnaval !
E lembre-se se beber não dirija e se for fazer sexo, só com camisinha hein !


A gelatina é algo que agrada a todos, em qualquer idade! Uma diversão para as crianças, um prazer para os adultos. Atualmente existe no mercado a gelatina tradicional, de origem animal proveniente das cartilagens, ossos e tendões dos animais como do boi ou porco, e a gelatina de origem vegetal, extraída das algas, como a ágar-ágar. Ambos os tipos têm o mesmo teor em proteína, ou seja, entre 80 a 90% de proteína, 2% de sais minerais e o restante em água. As proteínas estão presentes em todo o corpo e têm uma função estrutural, o que faz com que este alimento por ser rico em proteínas seja ótimo para fornecer resistência e flexibilidade à pele, assim como para o fortalecimento dos cabelos e das unhas. O nosso sistema imunitário também é constituído de proteínas, e quando nos encontramos doentes, com infecções e febre, este sistema está mais “necessitado” de proteínas para responder adequadamente e, rapidamente destruir a infecção. A gelatina é excelente para ajudar na recuperação. Por ser fresca, é agradável ao paladar evitando o fastio que freqüentemente se associa aos estados febris. Outra vantagem do consumo de gelatina é que esta dá uma sensação de saciedade, por ser baixa em calorias e pobre em gorduras é uma boa escolha quando se pretende controlar o peso ou simplesmente para quem pretende uma alimentação saudável e saborosa. Nos dias quentes de verão, as nossas necessidades de água são elevadas, por vezes ignoramos este fato, não ingerindo a quantidade adequada de líquidos, assim sendo uma taça de gelatina à sobremesa pode ajudar a restabelecer o nosso equilíbrio hídrico. Dê cor e sabor de forma saudável às suas sobremesas!


Diabetes melito (ou simplesmente diabetes) é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta de insulina ou pela ação eficaz desse hormônio.

A doença pode aparecer em qualquer idade, suas causas ainda são desconhecidas.

Sintomas:

As manifestações clínicas mais freqüentes de diabetes são:

  • Vontade de urinar diversas vezes (poliúria);
  • Fome freqüente (polifagia);
  • Sede constante (polidipsia);
  • Perda de peso inexplicada.

Esses 4 sintomas são chamados”4Ps” do diabetes.

Podem aparecer ainda:

  • Fraqueza
  • Mudança de humor;
  • Náuseas e vômitos.

Diagnóstico:

A maneira correta de fazer o diagnóstico de diabetes é por meio da medida da glicemia do sangue,com amostras colhidas em condições adequadas,em 2 dias diferentes, ou mediante a realização do teste de tolerância oral à glicose.

Sinais ou sintomas sugestivos da doença não são suficientes para fazer o diagnóstico, porque o diabetes podem evoluir durante meses e até anos sem apresentar sintomas.

Os tipos mais importantes de diabetes são:

  • diabetes tipo 1;
  • diabetes tipo 2;
  • diabetes gestacional;
  • diabetes associado a outras doenças;
  • pré- diabetes.

- Diabetes tipo 1 – Ocorre quando o pâncreas não produz insulina ou quando a produz em quantidades tão pequenas que não é possível manter o funcionamento normal do organismo.Hoje preferimos chamá-lo de “ diabetes insulinodependente”, porque, para controlar as taxas de glicose, é preciso aplicar injeções diárias de insulina.

- Diabetes tipo 2 – É a forma mais comum de diabetes, representa cerca de 85% d

os casos. Está associado ao sedentarismo e à obesidade, mas também apresenta um componente genético. Pessoas com pai ou mãe com diabetes tipo 2 correm mais risco de desenvolver a doença.Quando o tratamento com remédio se tornam necessários, geralmente utiliza-se um comprimido e nem sempre é preciso usar a insulina.

Indicativos de Maior risco:

  • Idade acima de 45 anos;
  • Sobrepeso ou obesidade com IMC a cima de 25 Kg/m².
  • Obesidade central (circunferência da cintura maior que 102cm em homens e 88cm em mulheres).
  • Antecedentes familiares(pai ou mãe com diabetes).
  • Hipertensão arterial(níveis maiores 14x 9).
  • Colesterol descompensado;
  • Doenças cardiovasculares, cerebrovascular ou vascular periférica, e outros...

-Diabetes gestacional – Quando a intolerância se instala durante a gravidez.Na maioria das vezes, as paciente votam a apresentar glicemia normal no período pós parto. Mas cerca de 5 a 10 % das mulheres com diabetes gestacional acabarão desenvolvendo diabetes tipo 2.

-Diabetes associado a outras doenças – Doenças como pancreatite alcoólica ou medicamentosa (causada pelo uso de certos medicamentos) podem comprometer a produção de insulina e provocar aumento das taxas de glicose no sangue.

- Pré-diabetes – Existem situações em que o valor da glicemia não é normal, mas não é alto o suficiente para que seja feito o diagnóstico de diabetes.Estima-se que milhões de pessoas se encontram nessa situação.

Pilares do tratamento:

O diabetes é uma doença crônica que requer:

· Cuidados com a alimentação;

· Prática de atividades físicas;

· Tratamento de doenças associadas, como infecções, hipertensão arterial etc...

· Monitoração constante dos níveis de glicemia e realização de exames laboratoriais para avaliar a função renal, o risco de complicações cardiovasculares etc.;

· Uso de medicamentos. Pacientes com diabetes tipo 1 necessitam de injeções de insulina diariamente para controlar os níveis de glicemia como também para garantir a sobrevivência.

ALIMENTAÇÃO

A nutrição é a parte fundamental do plano terapêutico do diabetes.Também é preventiva, principalmente para quem tem propensão à enfermidade.

A dieta ideal se baseia nos princípios de uma Alimentação Saudável:

· A quantidade energética ingerida deve ser adequada à atividade e às necessidades diárias do organismo, sendo fracionada em 5 a 6 porções diárias.

· A ingestão diária deve conter de 50 a 60% de carboidratos, a maior parte em sua forma complexa.

· Pessoas com diabetes devem ser encorajadas a comer alimentos ricos em fibras como frutas verduras legumes, feijões e cereais integrais.

· A ingestão diária de gorduras deve restringir-se a no máximo 30%, sendo que não mais de 1/3 desse valor pode ser sob forma de ácidos graxos saturados. O colesterol não deve exceder a 300mg/dia, o que equivale a 200g de sobre coxa de frango assada (com pele).

· Alimentos com sacarose (açúcar comum) devem ser evitados para prevenir oscilações acentuadas da glicemia.

·A ingestão de álcool deve ser moderada, de preferência com as refeições, de acordo com a Organização Mundial da saúde(OMS), o limite diário é de 1 a 2 doses( 1dose= 1 lata de cerveja = 1 taça de vinho = 1 dose de destilado)Muitos médicos consideram essas doses exageradas.Converse com seu médico.

· adoçantes ( ciclamato, sucralose, acesulfame, sacarina, aspartame, estévia) é seguro, desde que em quantidades moderadas.

· Alimentação diet são livres de sacarose, quando destinados a pessoas diabéticas, mas podem ter valor calórico elevado, por seu teor de gorduras e outros componentes.

· Alimentos light são de valor calórico reduzido em relação aos alimentos convencionais. Os refrigerantes e as gelatinas dietéticas têm valor calórico próximo de zero e podem ser consumidos. Por sua vez, chocolate, sorvete, alimentos com glúten (pão, macarrão, biscoitos), mesmo quando “diet “, são calóricos e seu consumo deve ser moderado.

· Adoçantes calóricos, como a frutose (mel, por exemplo),devem ser usados em quantidades mínimas, respeitando as limitações indicadas na orientação dietética.

Atividade Física:

Os exercícios físicos têm papel importantíssimo no controle do diabetes. Entre outros benefícios, melhoram a sensibilidade à insulina e reduzem fatores de risco cardiovasculares, ajudando a controlar a pressão arterial, os níveis de colesterol e a taxa de glicose no sangue.



A obesidade é uma doença crônica que se desenvolve a partir de uma combinação traiçoeira entre os genes e disponibilidade de alimentos no ambiente em que a pessoa vive e fatores psicológicos.

As principais causas de obesidade são:

  1. GENES – Se na sua família existem várias pessoas obesas, sua chance de se tornar obeso (a) é de pelo menos 30%. Já foram identificados cerca de 250 genes envolvidos no controle de peso do organismo.Os genes no entanto não condenam ninguém à obesidade nem à magreza. A genética explica apenas a tendência a engordar ou a emagrecer com mais facilidade.
  2. DIETA ALIMENTAR – A relação entre a energia proveniente dos alimentos e o peso corpóreo é simples:

ENERGIA INGERIDA – ENERGIA GASTA = ENERGIA ARMAZENADA

O corpo não desperdiça energia. Cada caloria ingerida em excesso será armazenada sob a forma de gordura.

Para o equilíbrio energético do organismo, não faz diferença se as calorias vêm das verduras, legumes, gorduras ou dos carboidratos; o que interessa é o numero total de calorias engeridas.

  1. SEDENTARISMO – A vida sedentária de mulheres e homens modernos é a principalcausa de obesidade. Você pode ser considerado(a) sedentário(a) se:

Passa o dia sentado no trabalho, em casa ou no automóvel;

Não chega a andar 30 minutos 3 vezes por semana;

Mesmo nos sedentários, a movimentação de rotina é responsável pelo consumo de 20 a 30% do total de calorias consumido pelo organismo.Dietas hipercalóricas e falta de atividade física são fatores mais importantes do que os genes, porque causam obesidade independentemente da predisposição genética.

  1. IDADE – Com o passar dos anos, muitos se queixam da tendência para engordar e da dificuldade para emagrecer.Ganhar peso aos 20 ou 30 anos costuma estar associado à redução da atividade física e à manutenção ou ao aumento do número de calorias na dieta. A obesidade é mais comum depois dos 40 anos de idade do que na adolescência, porque a massa muscular diminui progressivamente com a idade.os homens costumam atingir o pico do peso corpóreo ao redor dos 60 anos e mulheres aos 70 anos, acima dessas idade a tendência é de quedas por conta de doenças crônicas perda de apetite, uso de medicamentos, problemas de dentição, vida solitária e outras característica associadas ao envelhecimento.
  2. GÊNERO- Manter o peso constante é mais difícil para as mulheres, porque os homens costumam ter musculaturas mais desenvolvida. Mesmo com o corpo em repouso os

homens queimam de 10 a 20% mais calorias que as mulheres.

  1. GRAVIDEZ – Muitas mulheres queixam de que começaram a ganhar peso depois do nascimento dos filhos. Estudos mostram que 40 a 50% das mulheres obesas atribuem à gravidez o início de seus problemas com a balança.De fato, boa parte das mulheres ganha 2 ou 3 quilos por filho.Emagrecer depois do parto não é impossível. A mulher costuma perder peso já na fase do aleitamento.
  2. METABOLISMO – Como qualquer máquina, o corpo humano gasta energia para exercer suas funções básicas. Mesmo quando estamos imóveis ou dormindo, nosso coração bate, os pulmões se expandem e contraem, os intestinos se movimentam, o cérebro não para de funcionar e as reações químicas que as células precisam realizar, continuam a acontecer.
  3. ALTERAÇÕES HORMONAIS – Muitos atribuem o excesso de peso à preguiça da tireóide em acelerar o metabolismo. Embora o hipotireoidismo descompensado possa provocar retenção de líquido e aumento de peso,a causa da obesidade raras vezes tem a ver com o mau funcionamento da tireóide.Outros distúrbios também podem aumentar a tendência à obesidade, mas eles são responsáveis por menos de 2% dos casos.
  4. MEDICAÇÕES - alguns medicamentos administrados por períodos mais longos podem provocar ganho de peso. O uso de derivados da cortisona e o de certos antidepressivos são os exemplos mais significativos.
  5. PROBLEMAS ORTOPÉDICOS E OUTRAS LIMITAÇÕES FÍSICAS - Lesões ortopédicas e outras doenças que dificultam a locomoção reduzem os níveis de energia que o corpo consumia quando estava em atividade plena.Para manter o peso, os portadores e condições que impõem limites à mobilidade precisam diminuir o número de calorias da dieta adotada anteriormente.
  6. CIGARRO – Estudos mostram que 80 a 85% dos fumantes ganham peso quando deixam de fumar. Neles, o ganho médio é de 3 a 5 quilos.O cigarro acelera o metabolismo e aumenta a energia que o corpo gasta em repouso. Quanto maior o número de cigarros fumados diariamente, maior o aumento do gasto energético.Portanto, se ao largar de fumar você continuar na mesma atividade e comendo como antes, provavelmente engordará. Em hipótese alguma a tendência a aumentar de peso justifica continuar fumando. Os males que o cigarro causa são incomparavelmente mais graves.
  7. FATORES FAMILIARES, CULTURAIS E SOCIAIS – Os hábitos familiares exercem tanta influência no peso corpóreo que fica difícil separar fatores genéticos àqueles relacionados à fartura de alimentos altamente calóricos. Em algumas famílias, a comida ocupa o centro de todas as atenções. Desde o nascimento filhos e netos são estimulados a comerem o máximo que puderem. No tempo em que as crianças corriam pelas ruas o dia inteiro as calorias eram consumidas, hoje acumulam gorduras no corpo paradas diante da TV e das telas de computadores, vídeo games com refrigerantes, doces e salgadinhos à mão.

Frases como: Se você não comer, não cresce”, “Enquanto não limpar o prato não levanta da mesa”, ou “Se não comer tudo não ganha a sobremesa”,contribuem para a disseminação

Da epidemia da obesidade infantil.O ambiente cultural em que vivemos e as relações sociais que cada um de nós estabelecemos influenciam nos hábitos alimentares saudáveis ou nocivos.



A Hipertensão Arterial designa uma elevação excessiva da pressão arterial, acima dos valores de referência para a população em geral, sendo considerada como uma das doenças mais comuns do mundo moderno. A obesidade, o sedentarismo, o stress e o consumo excessivo de álcool e de sal, associados a uma predisposição hereditária, são apontadas como algumas das causas mais comuns da hipertensão arterial.
Existem dois tipos de hipertensão arterial (HA): hipertensão primária e secundária. A HA primária caracteriza por não haver uma causa conhecida , enquanto a HA secundária, onde é possível identificar-se uma causa para a hipertensão, como por exemplo problemas renais , problemas na artéria aorta, tumores e algumas doenças endocrinológicas.
"Todas as pessoas, mesmo que não sintam nada, devem verificar a pressão com seu médico pelo menos uma vez por ano".
Quem tem maiores chances de ter hipertensão?
A pressão alta ou hipertensão pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum nos adultos e nos idosos. Além disso:
• É mais freqüente na raça negra
• Aumenta com a idade
• É mais comum em homens com até 50 anos
• Em mulheres após os 50 anos
• Ocorre mais em diabéticos
• Principalmente em pessoas que já tiveram casos na família
Tratamento
O tratamento pode ser medicamentoso e não- medicamentoso. Qualquer que seja a opção, é muito importante obter-se a adesão continuada do paciente às medidas recomendadas.


Recomendações não farmacológicas úteis no tratamento da hipertensão arterial:

• Tratar a obesidade como principal objetivo;
• Reduzir a ingestão de sal para no máximo 5 g por dia;
• Aumentar a ingestão de frutas e verduras, para obter maior ingestão de potássio;
• Limitar a ingestão de álcool a menos de 40mg por dia ( 1 cerveja ou 1/2 garrafa vinho ou 1 dose de destilado );
• Realizar exercícios físicos regularmente;
• Reduzir a ingestão de gorduras saturadas e carboidratos refinados;
• Parar de fumar;
Durma bem e evite o estresse.


O aleitamento materno só traz benefícios à criança, e à mãe É um grande aliado contra diversas doenças e é facilmente digerido e absorvido.
O leite materno contém nutrientes, enzimas perfeitamente balanceadas, com substâncias imunológicas que protegem o bebê e contém tudo o que a criança necessita no seu início de vida . O ato de amamentar também supre as necessidades emocionais da mãe e diminui a ansiedade de ambos, por meio desse primeiro contato.
Fora a grande vantagem do vínculo afetivo que o ato de amamentar, esse leite ainda protege a criança contra vários problemas e a lista é extensa. O leite materno aumenta o QI, previne obesidade, protege contra doenças alérgicas, diversos tipos de câncer, desnutrição, diabetes mellitus, doenças digestivas, doenças crônicas como osteoporose, doença cardiovascular e ateroesclerose, meningites, sarampo e outras doenças infecciosas, doenças respiratórias e otites, doenças do trato urinário e promove melhor padrão cardiorrespiratório durante a alimentação, aumenta a imunidade e melhora o equilíbrio emocional , neuro-psicomotor e cognitivo.
Não é só o bebê é beneficiado, a mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa, mais feliz e satisfeita além de ter uma diminuição mais rápida do volume do útero, corre menor risco de hemorragia no pós-parto, diminui a possibilidade de ter anemia, contrair câncer de mama e de ovário, e está menos propensa à osteoporose, volta ao peso normal mais rapidamente e está protegida de engravidar.
E ainda tem a Vantagem da economia. O leite que a mãe produz é suficiente para alimentar o filho durante os seis primeiros meses de idade, sem necessidade de dar inclusive água, e não tem gastos com gás, bicos, mamadeiras, sabão, açúcar, embalagens e outros. O leite materno está sempre pronto para servir a qualquer hora em qualquer lugar.


No Parque das Águas estão cinco das fontes da cidade que possuem propriedades curativas:

* Fonte Gasosa Regina Werneck: Indicada nos casos de nefrite aguda ou crônica, diurese, gastrites hepatismo e inflamação dos canais biliares, angio-colite, colocistite desordem intestinal, dermatoses por intoxicação, eczem, estimulante da secreção e motricidade gástrica. Foi eleita a melhor Água Mineral das Américas.
* Fonte Férrea Dr. Fernandes Pinheiro: Tônica por excelência, anemia, caquexias, linfatismo, astemia, convalescença de moléstias agudas. Não indicadas às pessoas muito sensíveis a estado congestivos.
* Fonte Magnesiana Comendador Augusto Ferreira: Estimulante da função renal, reumatismo, obesidade, uricemia, litíase, colite, pialite e pielonifrite.
* Fonte Sulfurosa Dr. Sonsa Lima: Cura de diurese quando usada em jejum, colite, gastrite, acidez, estimulante do peristaltismo dos intestinos.
* Fonte Roxo Rodrigues: Levemente gasosa.
* Fonte do Marimbeiro: Distúrbios do aparelho digestivo, colites rebeldes, litíase, disfunções hepáticas. A fonte encontra-se a dois quilômetros do centro da cidade e oferece seis bicas de água.
Água Mineral é um fator de cura de alto valor. Podem ser consumidas periodicamente e devem ser tomadas diretamente da fonte, pois as águas perdem parte das propriedades curativas depois de algumas horas após serem retiradas.


Nosso corpo é composto de pelo menos 70% de água.
A água tem tudo a ver com o equilíbrio vital, a saúde e a beleza. Ela é um nutriente extremamente importante para a manutenção do organismo. Glicose e oxigênio são levados ao interior da célula por ela, que também é responsável pelo transporte de alimentos e sais minerais. Por isso, uma pessoa adulta deve beber cerca de dois litros e meio de água por dia, sendo 1 litro e meio dela pura, em chás, sucos, caldos... O restante necessário - aproximadamente um litro - é ingerido através de uma alimentação rica em legumes, verduras e frutas. Os médicos e nutricionistas recomendam para quem tem uma alimentação a base de pães, massas e carnes, reforçar a dose diária de líquidos.